Terça-feira, Outubro 13, 2009

Gracias...



Indagação locomotiva,

A La Negra

Si Se Calla El Cantor

Das penumbras, uma voz se cala
Pelos charcos, pelos pampas, pelas vilas e montanhas
Se cala o silencio na própria falta
Assim se baixam as bandeiras
E o sangue escorre mudo pelas américas
Param os corações na estanca do Tempo
E dos Tempos
Cala-se a luta
Cala-se a voz
Luz de farol, mastro resplandecente
Ja não mais, não mais...

Primavera vindoura
Se retraí em luto, em silêncio
Sofrida terra que sente
E recebe o fim dum ciclo em seu leito
Para os que acreditam poderem acreditar
Mais uma vez, mais uma vez...
No feito dos feitos
De uma voz que aglutina as dores, cantos e alentos
Das bocas mudas e sofridas
Que por todos continuará cantando
Em silêncio

A La Negra

Sexta-feira, Agosto 14, 2009

Indagação locomotiva

Quinta-feira, Julho 23, 2009


É

Ser

arte

parado

estou ar tal

estático arquétipo

arcaico brâneme bêbado

sutilmente super ultra-moderno

O self mente se assim chega à gente

numa bobagem como "aquilo que parece ser"

CHORO BANDIDO


Indagação locomotiva


Como odiar o que não conheço?

Assim amo o desconhecido em contradição... Amo o vir a ser, o "tornar-se"...

O amor detido na fotografia é a fotografia.

Por mais que me construa nas estruturas, quase não sou... Captações do que me percebo, captações do que me percebem, liberdade viva; sorte em vontade própria que é entrega...

Um brinde!

São sinuosos os labirintos espelhados, sou quase uma mentira para o fato, mas,

mesmo dúbio sou ato...

E lido como posso, um palhaço no armário, uma santa prostituta, um louco trivial,

bebado de esquina, calado para o absoluto e tagarela para o palco... Vejo a morte dançar como um espectro de outra dimensão, espectadora, tanto faz.
A permanência no palco é a experiencia do ator... O movimento do louco em arlequim.

E a lucidez... parideira de personas!

Sábado, Junho 20, 2009

Indagação locomotiva

blog do meu pai: rock and roll!!

(faz tempo né)

www.anos60.wordpress.com

Quinta-feira, Dezembro 04, 2008


A cidade nós
A poesia condensa o não dito
Aquilo que foge a regra
O movimento não visto

A poesia permite a física
Em celebração química
Acontecer fora do tempo

Em gritos jamais ouvidos
Em toques impossíveis
Em esquecimentos tintos

Deuses decaídos
Lendas futuristas
Tesouros escondidos

A poesia é boca viva
Festa em carne viva
Na cidade vazia

Viva a poesia : Quem sabe?